Reduzir o custo operacional das transportadoras é um dos principais desafios do setor logístico. Em um cenário de maior pressão por prazos, produtividade e qualidade no serviço, muitas empresas concentram esforços em fatores como combustível, manutenção da frota e valor do frete.
Esses custos realmente influenciam os resultados, mas nem sempre explicam toda a perda de eficiência da operação. Em muitos casos, parte do problema está em processos que, no dia a dia, geram retrabalho, atrasos e desperdícios sem chamar atenção.
Identificar esses gargalos é um passo importante para melhorar o desempenho da operação e aumentar a previsibilidade das entregas.
Nem toda perda de eficiência acontece por fatores externos. Muitas vezes, ela está relacionada à forma como a operação é planejada, acompanhada e executada.
Alguns sinais são comuns em transportadoras de diferentes portes:
Quando esses pontos passam despercebidos, os impactos aparecem em custos, produtividade e qualidade das entregas.
Pequenas ineficiências tendem a se acumular na operação. Quilometragem desnecessária, maior consumo de combustível, tempo ocioso, reentregas e atrasos são alguns exemplos de situações que afetam diretamente a rentabilidade.
Esse cenário ganha ainda mais importância quando se considera que a última milha pode representar entre 30% e 53% do custo total do transporte, segundo a Global Market Insights. Por isso, reduzir desperdícios passa também por identificar onde a operação perde eficiência diariamente.
Neste material, a Envoy apresenta três pontos que geram impacto direto no desempenho das transportadoras:
O material apresenta, de forma prática, como fatores como roteirização, visibilidade e processos manuais influenciam custos, produtividade e desempenho das entregas, além de mostrar caminhos para aumentar o controle da operação.
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